Internacional

Rússia diz que ataque químico na Síria foi encenado e não aconteceu

As provas seriam vídeos de supostos médicos que trabalhariam na Síria, afirmando que fotos de pessoas sendo atendidas foram encenadas

Eduardo Munoz/Reuters - 13.4.2018

 

  • Beatriz Sanz, do R7, com agências internacionais
  • 13/04/2018 - 13H13 (ATUALIZADO EM 13/04/2018 - 13H13)

 

O ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov afirmou nesta sexta-feira (13) que o ataque químico na Síria foi “encenado”.

As provas que ele apresentou para a imprensa russa são vídeos de supostos médicos que trabalhariam na Síria e afirmam que o ataque não aconteceu.

O porta-voz do ministério, major-general Igor Konashenkov, ainda disse que tem provas de que o Reino Unido participou diretamente no que ele chama de “provocação”.

França e Estados Unidos dizem ter provas de que o ataque aconteceu no último dia 7 de abril e acusam o governo sírio conduzido por Bashar Al Assad de ser o responsável pela ação. Dezenas de pessoas teriam morrido por conta do ataque.

Uma delegação da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) chegará na região de Ghouta Oriental, na Síria, no sábado para investigar se houve o ataque e qual teriam sido as motivações.

 

Tensão generalizada

Desde que as suspeitas sobre o ataque começaram, a tensão entre a Rússia e os países do ocidente aumentaram.

A Casa Branca e o presidente francês Emmanuel Macron garantem ter provas de que o ataque aconteceu na região de Douma.

O presidente Donald Trump chegou a ameaçar Rússia e Síria em sua conta no Twitter, mas a resposta oficial do Kremlin é de que eles não fazem diplomacia pelas redes sociais.

morrido por conta do ataque.

Uma delegação da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) chegará na região de Ghouta Oriental, na Síria, no sábado para investigar se houve o ataque e qual teriam sido as motivações.

 

Tensão generalizada

Desde que as suspeitas sobre o ataque começaram, a tensão entre a Rússia e os países do ocidente aumentaram.

A Casa Branca e o presidente francês Emmanuel Macron garantem ter provas de que o ataque aconteceu na região de Douma.

O presidente Donald Trump chegou a ameaçar Rússia e Síria em sua conta no Twitter, mas a resposta oficial do Kremlin é de que eles não fazem diplomacia pelas redes sociais.

Reuniões de emergência estão acontecendo na ONU todos os dias, desde então, para avaliar a situação.

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