Economia

Vendas do comércio varejista caem no mês de julho, diz IBGE

De acordo com o Instituto, este é o terceiro resultado negativo consecutivo, acumulando assim perda de 2,3% nesse período

Vendas do comércio varejista caíram em julho / EBC

Juliana Moraes, do R7- 13/09/2018 - 09h05 (Atualizado em 13/09/2018 - 09h22)

As vendas no varejo caíram 0,5% no mês de julho em comparação com junho de 2018, de acordo com a PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), divulgada nesta quinta-feira, 13 de setembro, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Este é o terceiro resultado negativo consecutivo, acumulando, assim, perda de 2,3% nesse período.

A média móvel do trimestre encerrado em julho é de -0,8%, intensificando o ritmo de queda em relação ao trimestre encerrado em junho (-0,2%).

Ainda de acordo com o IBGE, cinco das oito atividades pesquisadas apresentaram queda frente no mês de julho frente a junho.

O setores que mais tiveram queda foram: Móveis e eletrodomésticos (-4,8%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,5%); tecidos, vestuário e calçados (-1,0%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,7%); livros, jornais, revistas e papelaria (-0,9%).

 

No entanto, as vendas avançaram no mesmo período nos seguintes setores: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,7%) e Combustíveis e lubrificantes (0,4%).

Comparação com o mesmo período de 2017

Na comparação com julho de 2017, o comércio varejista recuou 1%. Porém, para os dados, o IBGE destacou a liberação de recursos do FGTS, ocorrida entre março e julho do ano passado.

Os principais destaques nesta comparação são os setores de: combustíveis e lubrificantes (- 9,2%); móveis e eletrodomésticos (-6,9%); tecidos, vestuário e calçados (-8,4%), livros, jornais, revistas e papelaria (-10,1%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,3%).

Ainda na comparação com julho de 2017, tiveram alta as vendas nos setores de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (4,7%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (5,5%).

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