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Descaso permite que escorpião mate um menino de 7 anos

A presença de bichos pçeçonhentos é constante no condomínio onde o menino morava

Reprodução / TVB Record TV

Poderia ter sido mais um dia normal para o menino Nicolas. Mas, ao colocar um dos sapatos, ele foi atacado por um escorpião. O peçonhento ágil, deu 5 ferroadas na criança. A família também agiu rapidamente, levando o menino até uma UPA (unidade de Pronto Atendimento), mas ali não havia o antídoto necessário. Uma nova corrida, desta vez, o destino para tentar salvar o pequeno, foi o hospital estadual Mário Covas. Nicolas  deixou a unidade de saúde do bairro onde morava, o Matão, mas chegou lá, derrotado pelo veneno do escorpião.
A tragédia do Nicolas pode ser atribuída a várias causas, mas com certeza, o poder público não pode ficar isento de culpa. O condomínio popular, localizado no Matão, em Sumaré, vive infestado por invasores indesejados, como o escorpião. O lixo jogado por toda parte, muito provavelmente, por grande parte dos moradores,  é um atrativo para insetos como baratas, alimento natural do inimigo escorpião. Mas, o síndico diz que sem receita financeira, é impotente e não consegue fazer a detedização necessária. Por outro lado, exterminar as baratas, dizem os especialistas, não acabaria com os escorpiões já instalados ali. E aí, o poder público, que não tinha ambulância disponível e também não enfrenta o combate aos peçonhentos de maneira eficaz, quer passar ileso da tragédia da família do menino Nicolas. Resta a mãe, mudar a rotina para garantir que os escorpiôes não ataquem os irmãos menores. O caso foi denunciado pelo jornalismo da TVB Record, no SP Record, apresentado de segunda à sexta, a partir das 18h50.

 

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